terça-feira, 23 de junho de 2009

Ajuda dos amigos.

Ajude uma pobre e desconsolada critatura a terminar seu trabalho final. =]
Use o campo de comentários, de acordo com a numeração abaixo.

Se você é jornalista, me ajude respondendo:
1. Você já se viu envolvido em alguma polêmica relacionada à ética?
2. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?
3. Qual o pior defeito profissional que pode ter um jornalista?
4. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?
5. Até onde você iria no desempenho da profissão?

Se você não é jornalista, ajude também respondendo:
6. Sua atividade profissional tem seu próprio código de ética?
7. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?
8. Você acredita em jornalismo imparcial?
9. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?
10. Falta ética aos veículos de comunicação atuais?

Muito obrigada. Sua alma vai ficar na mesma, mas eu te devo essa. ;)

10 comentários:

FREDERICO ZAIDAN SORO ARAUJO Arquiteto disse...

6 - Sim, sou arquiteto e seguimos o código de ética profissional do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, ao qual prestamos juramento no ato de nossa colação de grau.

7 - Várias, entre elas a Eleição de Barack Obama e a queda do avião da Air France. A primeira pela parcialidade e a segunda pela falta de retórica.

8 - Sim claro!

9 - É uma profissão como outra qualquer, e necessita de seu código de ética. Porém é necessário a interação com outras áreas do conhecimento humano. Acredito que neste caso em especifico, a exceção a regra será benéfica para o próprio jornalista. Não acredito que o jornalista irá desaparecer é dele a responsabilidade de formatar os meios de comunicação, de mais ninguém.

9 - Com a ausência da obrigatoriedade do diploma faremos o grande teste, se não forem naturalmente desaparecerão. Nada é mais democrático do que a comunicação, sendo o jornalismo seu maior expoente. Foi um prazer responder estas perguntas, grande abraço a todos! That's all folks!

Anônimo disse...

6. Não.
7. Nada que tenha chamado a atenção.
8. Na maioria das vezes não. Um jornalismo imparcial seria utopia.
9. Nem falta nem diferença.
10. Em alguns casos, sim.

Anônimo disse...

Cristiane Santos - Designer Instrucional

6. Não.

7. A insistência dos telejornais em frisar a existência de uma crise nacional que não correspondia ao que de fato estava acontecendo.

8. Não. O ser humano é subjetivo por natureza e não consegue ser totalmente imparcial.

9. Vai fazer falta e diferença.

10. Sim.

clarinetadas disse...

Oi aqui é o lúcio Pereira Mello, seu colega da UFF.

Vamos lá,

1. Você já se viu envolvido em alguma polêmica relacionada à ética?
Sim. Quando queríamos contratar estagiários para o jornal comunitário da Maré para distribuir o jornal. Eles eram estudantes do segundo grau e perderiam uma semana de aula distribuíndo jornal. No início fui contra, mas fui alertado por colegas que a família precisava (e muito) do dinheiro destes meninos.
Não foi uma questão ética clássica do jornalismo. Foi uma questão ética relacionada a renda e educação e poder, como a maior parte de todas.

2. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?
A da Folha de São Paulo, paladina da ética, ao publicar sem checar ficha falsa do DOPs sobre Dilma Roussef. Fora as muitas pautas "reco" que não foram abordadas na discussão sobre o diploma.

3. Qual o pior defeito profissional que pode ter um jornalista?
Defeito profissional ou ético? Se for profissional, afirmo que é a falta de apuração e visão de mundo estreita. As duas combinadas são uma bomba.

4. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?
Não. Sou funcionário público, atuando na área. Sou contra a obrigatoriedade. Mas reconheço a necessidade de regulação.

5. Até onde você iria no desempenho da profissão?
É uma atividade profissional como qualquer outra. Ela vai até onde seus valores éticos, passados por sua família e seu circulo social, achar que deve ir.

Ana Ferreira disse...

6. Sua atividade profissional tem seu próprio código de ética?
Sim

7. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?
a de Manuela Moura Guedes ao ofender um convidado

8. Você acredita em jornalismo imparcial?
Não

9. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?
Diferença

10. Falta ética aos veículos de comunicação atuais?
Falta sim

Anônimo disse...

6. Sua atividade profissional tem seu próprio código de ética?

Sim.

7. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?

Uma acusação de plágio no Instituto de Física da Universidade de São Paulo

8. Você acredita em jornalismo imparcial?

Não.

9. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?

Banalizaram a profissão de tal forma, colocando tanta gente despreparada, que acabaram por excluir a única coisa que conseguia ajudar a diferir um jornalista com chances de ser sério de um wannabe fofoqueiro.

10. Falta ética aos veículos de comunicação atuais?

Sim. E muito. Na maior parte das vezes é a prima pobre da ética, a hipocrisia, que aparece.

Eduardo Goldenberg disse...

1. Já. Acabo de ser processado por um pederasta que sentiu-se ofendido por ter sido chamado de "boiola" no meu blog. Processado por homofobia, diga-se. Não sei se é extamante por "falta de ética", mas o sujeito disse isso à certa altura da audiência. E como advogado, uma única vez fui chamada pela OAB para responder a uma reclamação, improcedente, de um cliente (por acaso pederasta também).

2. Todas. Os jornais de hoje são o estupro da ética dia após dia.

3. A burrice, a falta de conhecimento amplo, a tendência ao plágio e o render-se aos modismos e ao marketing.

4. Diferença. Para melhor, quero crer.

5. Até o limite de minha convicções.

6. Sim, o Código de Ética da OAB/RJ, lei federal.

7. O plágio escancarado e provado da jornalista Ana Cristina Reis que traduziu matéria do NYT para O GLOBO.

8. Não. O jornalista TEM de ser parcial. E ao lado do povo, sempre.

9. Já respondi.

10. Falta vergonha na cara acima de tudo.

Beijo, comadre.

Anônimo disse...

Andréa Vale (Flor)

1 - Pessoalmente não.

2 - Todo dia vejo uma, mas no que tange a não-obrigatoriedade do diploma, por exemplo, o total silenciamento quanto ao fato desta decisão fazer parte de todo um conjunto de processos de flexibilizaçãp/precarização do trabalho que emergem para atender aos interesses empresariais em crise.

3 - Arrogância e do ponto de vista ético, falta de espírito público (noção de coletividade, o que o leva a pensar que o que faz é só um emprego (não que isso seja pouco ou sem importância, mas é preciso conhecer a importância social da práxis jornalística na vida social).

4 - Acho que mais importante do que isso, é pensar em que jornalista a sociedade quer e qual jornalista queremos ser: "apertador de teclado" ou sujeito pensante? No caso do primeiro - o diploma é só um papel que representa uma reserva de mercado, sem qualidades a não ser técnicas (mais uma vez,não quer dizer que a técnica seja desimportante, mas que sozinha não é suficiente para expressar a essência do trabalho jornalístico). Para reproduzir discursos, de preferência os oficiais - sem refletir ou colocar-se uma distância crítica - é preciso formação especializada? No caso do segundo, a formação ética e reflexiva se torna um dos componentes fundamentais e é esse o diferencial que uma formação jornalística poderia representar. Neste sentido, a formação é o elemento fundamental e não o diploma, o que nos levaria a pensar nas reduções que os cursos de comunicação vêm sofrendo para tornar o curso mais técnico. Tiro no próprio pé...

5 - Até o limite dos outros...

5 -

Daniel Accioly Rosa disse...

6. Sua atividade profissional tem seu próprio código de ética?

Sim, varias organizacoes na minha area promovem codigos de etica. Exemplos incluem:

PMI: http://www.pmi.org/PDF/ap_pmicodeofethics.pdf
ISC2: http://www.isc2.org/ethics/default.aspx
ISACA: http://www.isaca.org/Template.cfm?Section=Home&CONTENTID=20454&TEMPLATE=/ContentManagement/ContentDisplay.cfm

7. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?

A Globo iniciando uma guerra contra a Petrobras no caso da CPI. Sem querer entrar na discussao se deve haver CPI ou nao ou se a Petrobras esta certa ou errada, a Globo se posicionou de maneira unilateral pela criacao da CPI e criticou qualquer investimento/esforco da Petrobras para se defender, exemplo a contratacao de uma acessoria sobre como lidar com o caso e a nao publicacao de informacoes sobre a CPI no seu site para investidores estrangeiros.

8. Você acredita em jornalismo imparcial?

Nunca... nao faz o menor sentido. Jornalismo imparcial e o mesmo que um pesquisador imparcial. A visao do pesquisador afeta diretamente no resultado da pesquisa... isso se chama interpretacao.

9. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?

Nao do ponto de vista etico, mas jornalismo e uma profissao tecnica como qualquer outra (inclusive arte)... nao se pode impedir a pessoa de publicar um artigo por nao ser jornalista, mas treinamento e educacao devem ser pre-requisito para uma pessoa poder ser chamada de jornalista.

10. Falta ética aos veículos de comunicação atuais?

Desconheco padroes eticos que possam ser aplicados aos veiculos de comunicacao atuais, de qualquer maneira eu acho que os "jornalistas" a frente destes veiculos no Brasil poderiam fazer um trabalho melhor no sentido de promover debate ao inves de influenciar a opiniao publica baseado em interesses proprios.

Deda disse...

1. Você já se viu envolvido em alguma polêmica relacionada à ética?
Não.

2. Que postura jornalística pouco ou nada ética chamou a sua atenção no noticiário recente?
O desrespeito pela dor dos familiares das vítimas da queda do avião da Air France.

3. Qual o pior defeito profissional que pode ter um jornalista?
Preguiça - jornalista preguiçoso não só não corre atrás das boas histórias, como também pode ser negligente na confirmação de informações e no cruzamento de dados oriundos de várias fontes.

4. A obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão vai fazer falta ou diferença?
Não sei. Estou fora do Brasil há dez anos e desconheço os detalhes deste processo. Em abstracto, posso dizer que geralmente não é o diploma que faz um bom jornalista. Contudo, também é verdade que é preciso haver mecanismos de regulação para assegurar que quem exerce a profissão conhece o código deontológico da mesma.

5. Até onde você iria no desempenho da profissão?
Não sei se entendi bem a pergunta. Eu vou até ao limite do bom senso para desempenhar a minha profissão da melhor maneira que posso.

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